terça-feira, 5 de fevereiro de 2008

TERÇA-FEIRA DE CARNAVAL

Marginal Neblina

Av. Cônego João Lima





Araguaína estava assim na terça-feira de carnaval pela manhã: deserta! Assim ficam todas as ruas de qualquer cidade após uma noite de festa. Mas aqui não há carnaval.






É isso mesmo, as pessoas migram para outras cidadezinhas próximas onde a folia de Momo é mais vibrante. Portanto, durante o dia ou durante a noite a cidade é dominada pelo silêncio que só é quebrado quando todas as pessoas voltam ao trabalho.






Aí sim, Araguaína volta a pulsar firme com toda a expressividade de ser a cidade mais promissora do Tocantins. Depois eu mostro Araguaína num de seus dias normais. Todos perceberão a grande diferença.

2 comentários:

Francinne Amarante disse...

nossa!
hehehe..
cadê todo mundo?

abraços, poeta

por onde andas?!!

quelhas disse...

Carnaval sem civilização

A história do Carnaval
E, não me levem a mal
Começou;
Onde havia de acabar...
A história do Carnaval
E, um pouco em geral
Faz-se um pouco
Um pouco, por todo o lado.
Só que o Carnaval começou
No início da civilização
Na festa ao Deus Saturno
Nas terras do Egipto; Senão.
Saiem às ruas
As mulheres nuas
Com grandes festejos
Alegóricos cortejos
Naturais;
Nus;
Saturnais;
Ao sol e á luz
Se faz o evento
E, por qualquer avenida
Ao sol e ao vento
E, á chuva sentida.
Nuas;
Eram assim os rituais
Desses Carnavais
Que celebravam as colheitas
Nuas; imperfeitas
Há seis mil anos atrás.
Nas margens do rio Nilo
E, sem afeição ou estilo
À mistura com muito sexo
E pouco complexo.
Mas era assim a civilização
Estivessem certos ou não.
Era Carnaval
Ninguém levava a mal
E, os lavradores de então
Festejavam;
Nas suas cavernas; Senão.
Com as suas capacidades humanas
Dançavam;
Ao som da música carnavalesca
E da celebração
Nus;
De alma e coração.
E pelo meio bebiam
E faziam sexo
Sem nenhum complexo.
Em Roma davam tanta importância
Talvez por ignorância
Às comemorações Saturnais.
Fechavam;
As escolas e tribunais
E nuas dançavam.
Hoje no Rio de Janeiro
E um pouco pelo mundo inteiro
Se festeja, bombardeando
Semi-nus;
Bailando em folia
Com máscaras em geral
No Entrudo, gordo
Na época de Carnaval.
Carnaval;
O grande disfarce do universo
Estou a sublimar a importância de cada verso
As máscaras, trajes, danças e músicas carnavalescas
Não há diferenças de raças
Cor ou caracteres sociais
Há sim um uníssono de músicas diversas
Há sim um todo de alegria
Samba e coisas banais.
Hoje o Carnaval é assim
Um pouco mais moderno; Enfim.
Máscaras do Minho ao Algarve
De Norte a Sul o Carnaval sai à rua
Em Portugal o panorama abre
Na Madeira anda uma mulher nua.
A história do Carnaval
E, não me levem a mal
Começou;
Onde havia de acabar.
No Egipto ou em Roma
No inicio da civilização
Ou na América; Então.


autor: "Quelhas"